quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Deleite do Desejo

Tenho pensado, de tudo um pouco. Um pouco de mim, um pouco de você. Um pouco em mim, um pouco em você. Pra falar a verdade, tenho pensando um pouco de mim com um pouco de você. Ou seria um tanto de mim COM você? Sei que o teto passou a ser meu companheiro de delírios noturnos com pensamentos bobos e longes. Não sei bem onde parar, não sei se vou parar, não sei se quero parar. A verdade é quero, quero parar nos seus pensamentos. Passar as noites inebriando seus sonhos, seus deleitos, seus desejos, seus mais profundos sentidos. Não sei mais distinguir se é certo, errado, se devo ou não... Apenas sei que posso. Ah sim, isso eu posso.






Lívia Otero - 23.11.2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

I need a heart ♥


Espero que gostem :]

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O Encontro

Era a primeira vez que nos veríamos pessoalmente, depois de mais de um ano que nos conhecíamos. Ela mal tinha 15 anos quando nos envolvemos e já me deixava louca de tesão por ela. Eu ainda pensava nas primeiras vezes que rolou algo entre nós e como ela sempre mexeu comigo desde o primeiro momento. E hoje não seria diferente. Ela viria com os pais, o que seria extremamente complicado, burlá-los, afastá-los... Confesso que excitante também. Esse lance de perigo, arriscadando sermos descobertas é legal.
Cheguei no aeroporto em cima da hora, acabei me atrasando, fazendo hora pra me arrumar. Como era tarde da noite fomos direto pra casa. Meus pais haviam feito um típico jantar da nossa região. Os três dormiram no meu quarto e eu dormi no quarto do meu irmão. Mal consegui fechar os olhos pensando que ela finalmente estava a metros de distância de mim e eu não podia fazer nada. Ficamos trocando mensagem até altas horas, até que uma de nós adormeceu.
No outro dia tomamos café bem cedo e eu levei os 3 para conhecer a cidade. Como era dia de semana meus pais ainda trabalhavam e meu irmão saiu com os amigos. Fizemos um tour pelos pontos históricos e almoçamos no centro da cidade pra continuarmos o passeio por lá mesmo. Foi tudo meio corrido, ainda estavam muito cansados da viagem e resolvemos voltar pra casa ainda claro.
Já era tardinha e eu estava tentando fazer com que os pais dela saíssem de casa, mas sem menos esperar a mãe falou:

- Ow filha, vamos ali na praia caminhar um pouco, você quer ir ou prefere ficar ai?

Há, até parece que ela ia querer ir andar na praia e respondeu:

- Não mãe, tô meio sem ânimo, acho que vou tirar um cochilo, acho que vou ficar por aqui mesmo
- Bom, então ta, eu e seu pai voltamos já, qualquer coisa me liga no cel
- Ok!

E assim os pais dela saíram porta afora. Eu estava muito bem sentada no computador quando ela entrou de mansinho, me cercando, andando de um lado para o outro por trás de mim e eu inocentemente olhando pra tela, mas percebendo o movimento. Ela se abaixou vagarosamente e deitou seu queixo no meu ombro:

- Que que cê ta fazendo? – Indagou
- Nada ué, escutando música e vendo twitter, o de sempre
- Hum
- Porq ...

Eu havia me virado um pouco de relance e ela havia me atacado com um beijo de supetão. Virou a cadeira e sentou no meu colo com as pernas abertas em minha direção. Eu a segurava pelas coxas enquanto ela pressionava meus lábios contra os dela. Me levantei com ela no colo e a joguei na cama. Parei um instante para admirá-la, adorava quando ela tinha esses ataques de tesão e se rebelava toda safadinha pra mim. Fui deslizando por cima dela e puxando sua blusa com os dentes dando selinhos de leve por toda aquela barriguinha deliciosa. Enquanto a beijava fui descendo seu short e a calcinha juntos vagarosamente pra deixa-la agitada e sedenta pela minha língua. Quando ela estava completamente nua eu me levantei e fiquei de pé na beira da cama. Ela estava um pouco afastada da beirada, então a puxei pelos tornozelos, afastei as pernas e cai de boca, língua e o que mais permitisse. Fui bem fundo e senti ela gemer alto.

- Shiiiiu, assim vai chamar a atenção dos vizinhos! – Me aproximei do rosto e falei bem rápido, voltando lá pra baixo logo sem seguida
- Mas é que ... Eeerr ... Hmmm

Eu a penetrava com minha língua e sugava todo o seu mel. Era tão saborosa que me fazia salivar mais que o normal e babava toda a extensão. Eu sentia o calor queimar meus lábios, estava tão quente que me deixava com mais tesão que eu já estava, quando comecei a sentir molhar minha calcinha. Ela então começou a se levantar e me afastou.

- Minha vez – disse ela – Também quero me divertir – levantando bruscamente e me puxando para deitar onde ela estava.

Ela me deitou na cama e tirou minha roupa apressada, parecia sedenta. Deitou por sobre mim, inicialmente encostando seus seios nus nos meus e me beijando delicadamente com a ponta dos lábios enquanto segurava meus braços esticados ao alto. Ela foi deslizando pela minha boca, pescoço, colo, seios, onde parou brevemente para apreciá-los e dar beijos suaves e calorosos e chupar os biquinhos, extremamente duros. Enquanto ela descia pela minha barriga me olhava de baixo como se pedisse aprovação. Ela agora esticava os braços e apalpava meus seios, apertava com uma vontade, um desejo de quem esperou tempos para isso. Quando passou pela virilha enfiou com vontade sua língua em mim e eu senti um choque térmico, dando que sua língua estava mais quente que eu mesma. Me contorci e mordi os lábios do “susto”. A língua dela era coisa do outro mundo, muito melhor do que eu esperava e podia se quer ter imaginado durante os meses que nos provocávamos. E os lábios, ela dava beijos molhados e macios na minha buceta e parecia fazer isso com gosto.
Demorou pouco para que ela quisesse testar algo novo e prontamente se levantou e deitou por sobre mim, tocando seios nos seios. Ela foi deslizando os dedos pela minha cintura e de supetão me penetrou forte e intensamente. Me segurei pra não gritar e franzi a testa, mordendo meus lábios ao mesmo tempo. Ela deu um sorriso safado, como quem tinha adorado estar no poder. Ela sentiu o quanto eu estava molhada e começou a brincar com 1.. 2 dedinhos. Ela penetrava os 2 e pressionava meu clitóris com o dedão. Estava tão gostoso que eu precisei morder o travesseiro para não gritar ou gemer alto de mais. Ela me tocava tão intensa e delicadamente ao mesmo tempo. Eu podia sentir o calor subindo pelas minhas pernas, completamente bambas à essa altura. Eu revirava os olhos e ela me roubava beijos molhados. O hálito dela era doce, gostoso, me dava boas sensações, me fazia sentir segura.
Nesse momento ela tirou os dedos de mim e os levou a boca. Foi quase como um despertar pra mim. Me levantei impulsionada e pulei em cima dela, prendendo seus braços. Levei ela até a lateral da cama e a encostei na parede. Primeiro desci e dei mais algumas lambidinhas e breves beijos pra sentir ela suspirando. Sentei por sobre as pernas dela e a encostei em mim, roçando nossas amigas. Eu a segurei pela cintura e comecei a rebolar em cima dela. Eu a via se contorcendo, cerrando os olhos, com força e mordendo os lábios. Vez por outra abria a boca ofegante e gemia pra mim. Ela chamava meu nome, me levando a loucura. Comecei a perceber que sua respiração estava mais rápida e ela estava dando breves gemidos, querendo me indicar que estava chegando lá. Eu aumentei o ritmo e passei a morder e beijar aquele pescoço alvinho que foi meu desejo por inúmeras noites. Ela cravou as unhas nas minhas costas e eu que essa a hora, eu também estava quase lá, morrendo de tesão de vê-la daquele jeito. Eu senti ela estremecer e fui com ela, acompanhei seu ritmo. Gozamos juntas e eu a senti amolecer nos meus braços e olhar serenamente pra mim.
Eu sorri de canto de boca e falei:

- Oi

Ela, com uma cara fraca, deu uma risada fraquinha e respondeu
- Oi
- Linda você, sabia? – retruquei

Ela apenas riu e foi deitando de barriga pra cima na minha cama. Eu me deitei ao seu lado, de lado, apoiada no cotovelo, pra poder admirá-la. Via sua linda barriguinha ofegante, respiração rápida e curta, mas serena.

- Durma um pouco – eu disse
- Han? Ah, aham, não ... Vai ficar ... Chateada? – falou ela sonolenta
- Não, de jeito nenhum, descanse, eu tenho umas coisas pra terminar
- Umhum – disse ela se virando
- Errr, só mais uma coisa – lembrei-a
- Oi?
- É bom você se vestir, ou seus pais e ou quem mais chegar vai achar estranho encontrar você nua na minha cama hahaha
- Ah, sim, verdade kkkkkkk

Ela se vestiu e deitou novamente pra embriagar minha roupa de cama com aquele cheirinho delicioso que exalava. E eu, bem, eu fui escrever.


Lívia Otero - 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

I'm los without you

E hoje... Uma coisa diferente, um vídeo. Acho que já tava mais do que na hora deu começar a postar umas coisas diferentes já que minha inspiração tem andando às avessas e tem fugido de mim. Mas vamos lá :]



Pra poupar um tempinho, escolhi uma com a letra, espero que gostem.

sábado, 2 de julho de 2011

Vida que Segue

Quem nunca pensou "eu devo ter sido muito filho(a) da puta em outra vida" ou "eu devo ter jogado chiclete na cruz"? Aposto que muita gente que passa por aqui já deve ter se perguntado isso ao menos uma vez na vida. Eu tenho me perguntado isso nos últimos 22 anos. Eu tô sempre lutando pra ser feliz, pra fazer quem eu amo feliz e toda vez que eu tô naquela vibe de conseguir isso, ou tô extremamente bem e feliz, vem algum infeliz e puxa meu tapete. Pense num olho gordo do capeta que me persegue. Eu nunca posso estar bem, feliz, sempre vai acontecer alguma coisa e meu mundo vai desabar. Daquela velha história "do céu ao inferno" em menos de 1 semana. Essa tem sido minha vida. Seja com realizações profissionais ou pessoais. Seja com a família ou com os amigos ou com relacionamentos.
Ultimamente eu tenho sentido isso com um peso maior, porque mudei, deixei de fazer loucuras, de aprontar (cada um sabe o que faz). Acho que isso era meu cano de escape. Quando me tornei essa pessoa "mais certinha", acabei fechando a minha válvula de pressão e estou surtando.
Quero me cortar, me bater, me jogar na frente de um carro, me machucar, beber e não saber o caminho de casa. Fumar, me tatuar, gritar, tomar banho nua num lago gelado nesse inverno de cortar. Andar em cima de um caminho de brasas, ir num show de rock e gritar, xingar alguém que me irritar, mandar um professor se fuder, quebrar algo grande e caro. Bater o carro, dar um tiro, dar um soco em uma janela ou espelho, chutar algo. Chegar no topo algum lugar bem alto e abrir os braços e sentir a brisa e gritar coisas sem sentido. Prender o fôlego até não aguentar mais, dirigir a mais de 150km/h. Sair sem destino e correr por horas numa estrada vazia. Sair sozinha à noite e "sentir o perigo" disso.
Eu simplesmente preciso... DE ADRENALINA, MUITA!
Eu estou a muito tempo em repouso e pra mim é quase uma sentença de morte, não estou mais me sentindo viva nem com sentido pra viver. É pior coisa que eu senti na minha vida toda. Mas não é culpa sua, nem sua. Jamais vai ser culpa de nenhum de vocês dois. A culpa é só e somente minha. Por me enganar, por me iludir, por pensar que se eu mudar, seria capaz de ser feliz. Ninguém consegue ser feliz sem ser você mesmo, esse é o maior fato de todos e eu acabei aprendendo isso da pior maneira possível. Comigo mesma.

Quem tiver meu celular, ótimo. Quem não tem, só vai conseguir me contatar por e-mail ou aqui, preciso de umas férias de mim.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sex Feira 2 - O Bar

Era uma noite como outra qualquer, eu estava no computador, já havia me despedido de todo mundo, prestes a dormir. Fiz um último comentário no twitter e esperei alguém dar um reply, quando ela apareceu. Ela havia começado a me seguir tinha apenas algumas horas e já soltara uma gracinha dando a entender, muito bem, o motivo pelo qual queria contato comigo. Por alguns minutos conversamos, via twitter mesmo e logo em seguida nos adicionamos no msn. Sabíamos pouco uma da outra, mas ela se parecia muito comigo e logo foi surgindo um clima. Acabamos descobrindo que moravamos a apenas alguns minutos uma da outra, sabendo ela que éramos da mesma cidade. Já era quase 1 da manhã, mesmo assim marcamos em um bar no centro da cidade e em 20min iríamos nos conhecer pessoalmente.  Quando dei por mim já estava pronta dentro do carro indo em direção ao local de encontro. Ao chegar ainda estava meio perdida e desnorteada, achando que poderia ser alguma brincadeira, quando de repente ela se levantou e acenou pra mim com um sorriso largo no rosto:
- Aqui! – acenou ela me chamando para sentar numa mesa ao canto
Fiquei surpresa quando a havistei e fui andando em sua direção, ainda meio sem graça. Nos cumprimentamos com um beijo e um abraço, foi quando ela passou as mãos nas minhas costas de uma maneira maliciosa, como se procurasse fecho de sutiã. Acabei me sentando numa cadeira ao lado e começamos a conversar.
Era uma garota muito interessante, tinha 21 anos e estava de bobeira, sem estudar ou trabalhar, filha única, era a queridinha dos pais. No decorrer da conversa descobrimos que havíamos estudado no mesmo colégio, ela uma série abaixo de mim, mas o acaso fez com que nunca nos encontrássemos. Algumas cervejas e indiretas depois, decidi que era hora de ir embora.

- Ah, mas já? Ta cedo, fica mais um pouco
- Não dá linda, tenho umas coisas fazer em casa
- Ah é? E essas coisas... Incluem companhia?
- De início não, mas seria interessante agora que tocou no assunto
- Isso é um convite?

Dei apenas um riso bobo e malicioso e mostrei a chave do carro. Ela não pensou duas vezes e já foi chamando o garçom, para em seguida pagar a conta apressada. Quando entramos no carro ela foi logo pondo a mão na minha perna e deslizando para cima e para baixo.

- Afobada você hein?
- Não não, apenas excitada
Sim, ela foi bem direta e explícita e eu fiquei meio chocada, ela sabia o que eu queria e vice versa, mas eu nunca esperaria uma reação e uma declaração dessas. Eu mal conseguia dirijir com ela atracada no meu pescoço. Me mordia e acariciava meus seios, estava praticamente em cima de mim.

- Ow, ow, calma, assim não chegamos em casa
- Hahaha, ta bom, mas é que não tô aguentando mesmo esperar chegar na sua casa
- Só mais alguns metros, é virando ali a esquina

Eu estava indo por todos os atalhos que conhecia e correndo desesperadamente para chegar em casa. Mais alguns minutos e chegamos. Abri o portão e assim que o carro estava completamente dentro de casa ela me atacou. Se jogou em cima de mim e sentou no meu colo de frente pra mim e tirou minha blusa me beijando com força.

- Não prefere uma cama não – perguntei
- Não, quero aqui, agora! – falou alto me empurrando pro banco de trás
- Ta com fome baby? – indaguei rindo, querendo atiçá-la mais
- Morrendo! Agora quietinha... – e sentou no meu colo enquanto desabotoava meu sutiã e me beijava forte

Ela parecia sedenta, devia fazer ao menos algumas semanas que não transava com ninguém, porque chegou a me assustar um pouco a vontade e a excitação que ela demonstrava. Me deitou no banco de trás e sentou na minha cintura enquanto tirava sua própria blusa. Prendeu meus braços, como que quisesse mostrar que estava completamente no comando, mas logo soltou um dos para desabotoar minha calça. Foi minha chance pra tentar acalmar a fera. Agarrei o pescoço e acariciei a nuca com meus 4 dedos, mas acabou sendo pior. Parece que aquele era seu ponto fraco e havia despertado o pouco que restava adormecido. Ela revirou os olhos, trincou os dentes e se afastou de mim. Ficou de joelhos entre as minhas pernas e arrancou minha calça e logo em seguida minha calcinha.

- Agora a brincadeira começa – disse ela com uma cara encapetada, rindo, se jogando de boca para chupar.

Eu não sei o que ela tinha, mas chupava com um gosto de como se eu fosse a última mulher que ela iria pegar, dava tesão só de vê-la se deleitando. Ao que parecia, da parte dela também era o mesmo, era parecia ficar cada vez mais excitada só de me ver gemendo e fazendo caras e bocas. Ela me penetrava com a língua e sugava todo meu gozo com uma sede extrema. Me empolgando com a situação fui me levantando aos poucos e empurrando-a fazendo se levantar. Quando ela ficou de joelhos na minha frente eu comecei a beijá-la, para conseguir desabotoar suas calças e descer o zíper. Não cheguei nem a abaixá-las, fui pondo a mão dentro da calça e, respectivamente, da calcinha. Quando cheguei na extremidade já dava pra sentir o calor e o úmido, enfiei meu dedo nela e comprovei que estava ensopada, deslizando deliciosamente. Fui tomando controle da situação e fui invertendo as posições, quem estava por baixo agora era ela e eu a tocava veementemente com vontade. Aqueles minutos em que ela me possuiu foram torturantes, pois eu nada pude fazer com ela, mas agora, ela era toda minha.
Com uma mão eu a tocava, entrava e saia, deslizando pela fenda completamente molhada de tesão, enquanto a outra mão servia para desatacar o ainda relutante sutiã que cobria seus seios. Quando os vi livre, finalmente, não tive dúvida, cai de boca e comecei a chupá-los e dar beijos molhados. Ela quebrava o pescoço para trás e revirava os olhos, soltando breves arfados de quem estava adorando. Comecei uma velocidade frenética, com muita intensidade no entra e sair, entra e sair. Já pusera 2 dedos e ela pedia “mais forte, mais forte”. Nesse momento eu já havia deitado-a completamente no banco de trás e massageava seus seios, enquanto beijava a barriga e a tocava com vontade, a pedido dela própria “assim, faz gostoso, com vontade”.
A essa altura ela gritava pedindo mais e mais e eu atendia prontamente. Havia me puxado para perto dela, tocando seios com seios e me beijava intensamente, eu podia sentir pelo calor e pela violência que ela estava quase gozando.

- Me avisa? – Pedi
- Han?? O que??
- Me avisa quando tiver gozando?
- Aham, aham – respondia ela gemendo, desesperada para que eu não parasse

Eu chupava seus seios, com os biquinhos totalmente duros, deliciosos e ela apalpava meu bumbum, fincava as unhas neles, deslizava pela minha cintura e, quando conseguia, chupava os meus seios com água na boca.

- Vou gozar, vou gozaaaar – disse ela, gemendo alto

Desci rapidamente e comecei a chupá-la com gosto e vontade de quem está morrendo de sede.

- Ah! Arh! Aaaarrh! Huuummmm! AAAArrrrhhh!

Gemeu ela bem alto e escandalosamente. Neste momento diminui o ritmo e fui lambendo toda a extensão com a língua inteira, passando a pontinha pelo clitóris. Ela agora gemia baixinho, mordendo os lábios com os olhos cerrados me acariciando o rosto e os cabelos.

- Deliciosa você – disse ela com os olhos meio abertos, ainda mordendo os lábios
- Isso porque você não provou o seu gostinho – retruquei
- hahahaha – riu ela, meio exausta

Ficamos ali alguns minutos até que ofereci pra ela entrar, mas ela acabou pedindo para que eu a levasse para casa. Pulamos para os bancos da frente e fui leva-la em casa. Quando ela desceu me falou:

- Agora eu sei onde você mora e você, onde eu moro, precisa de mais alguma coisa?
- Sim, o telefone da gatinha hahahaha
- hahahaha – riu ela – A gente tem coisa melhor que telefone, mais tarde eu entro no twitter e a gente se fala, ok?
- Ok então

Ela se debruçou sobre o banco, me deu um selinho e fechou a porta. Esperei que ela entrasse no prédio e peguei a rua em direção à minha casa, já pensando em quando iríamos nos encontrar novamente.


Lívia Otero - 01/2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mutável

Sinto saudades de você, de mim, de nós... De nós? Que nós? Sempre houve o eu... O você... Mas não o nós. Acho que por isso sinto falta de mim mesma. Eu era outra, eu fui outra, eu me tornei outra. E porque não dizer que eu me sinto outra? A outra. Uma outra pessoa, um outro eu, uma outra Lívia. Mas não a Lívia mesmo, essa não mais reside neste corpo e alma, mutável como ela, não é a mesma. Nunca mais será.




Lívia Otero - 2.5.11