sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sex Feira 2 - O Bar

Era uma noite como outra qualquer, eu estava no computador, já havia me despedido de todo mundo, prestes a dormir. Fiz um último comentário no twitter e esperei alguém dar um reply, quando ela apareceu. Ela havia começado a me seguir tinha apenas algumas horas e já soltara uma gracinha dando a entender, muito bem, o motivo pelo qual queria contato comigo. Por alguns minutos conversamos, via twitter mesmo e logo em seguida nos adicionamos no msn. Sabíamos pouco uma da outra, mas ela se parecia muito comigo e logo foi surgindo um clima. Acabamos descobrindo que moravamos a apenas alguns minutos uma da outra, sabendo ela que éramos da mesma cidade. Já era quase 1 da manhã, mesmo assim marcamos em um bar no centro da cidade e em 20min iríamos nos conhecer pessoalmente.  Quando dei por mim já estava pronta dentro do carro indo em direção ao local de encontro. Ao chegar ainda estava meio perdida e desnorteada, achando que poderia ser alguma brincadeira, quando de repente ela se levantou e acenou pra mim com um sorriso largo no rosto:
- Aqui! – acenou ela me chamando para sentar numa mesa ao canto
Fiquei surpresa quando a havistei e fui andando em sua direção, ainda meio sem graça. Nos cumprimentamos com um beijo e um abraço, foi quando ela passou as mãos nas minhas costas de uma maneira maliciosa, como se procurasse fecho de sutiã. Acabei me sentando numa cadeira ao lado e começamos a conversar.
Era uma garota muito interessante, tinha 21 anos e estava de bobeira, sem estudar ou trabalhar, filha única, era a queridinha dos pais. No decorrer da conversa descobrimos que havíamos estudado no mesmo colégio, ela uma série abaixo de mim, mas o acaso fez com que nunca nos encontrássemos. Algumas cervejas e indiretas depois, decidi que era hora de ir embora.

- Ah, mas já? Ta cedo, fica mais um pouco
- Não dá linda, tenho umas coisas fazer em casa
- Ah é? E essas coisas... Incluem companhia?
- De início não, mas seria interessante agora que tocou no assunto
- Isso é um convite?

Dei apenas um riso bobo e malicioso e mostrei a chave do carro. Ela não pensou duas vezes e já foi chamando o garçom, para em seguida pagar a conta apressada. Quando entramos no carro ela foi logo pondo a mão na minha perna e deslizando para cima e para baixo.

- Afobada você hein?
- Não não, apenas excitada
Sim, ela foi bem direta e explícita e eu fiquei meio chocada, ela sabia o que eu queria e vice versa, mas eu nunca esperaria uma reação e uma declaração dessas. Eu mal conseguia dirijir com ela atracada no meu pescoço. Me mordia e acariciava meus seios, estava praticamente em cima de mim.

- Ow, ow, calma, assim não chegamos em casa
- Hahaha, ta bom, mas é que não tô aguentando mesmo esperar chegar na sua casa
- Só mais alguns metros, é virando ali a esquina

Eu estava indo por todos os atalhos que conhecia e correndo desesperadamente para chegar em casa. Mais alguns minutos e chegamos. Abri o portão e assim que o carro estava completamente dentro de casa ela me atacou. Se jogou em cima de mim e sentou no meu colo de frente pra mim e tirou minha blusa me beijando com força.

- Não prefere uma cama não – perguntei
- Não, quero aqui, agora! – falou alto me empurrando pro banco de trás
- Ta com fome baby? – indaguei rindo, querendo atiçá-la mais
- Morrendo! Agora quietinha... – e sentou no meu colo enquanto desabotoava meu sutiã e me beijava forte

Ela parecia sedenta, devia fazer ao menos algumas semanas que não transava com ninguém, porque chegou a me assustar um pouco a vontade e a excitação que ela demonstrava. Me deitou no banco de trás e sentou na minha cintura enquanto tirava sua própria blusa. Prendeu meus braços, como que quisesse mostrar que estava completamente no comando, mas logo soltou um dos para desabotoar minha calça. Foi minha chance pra tentar acalmar a fera. Agarrei o pescoço e acariciei a nuca com meus 4 dedos, mas acabou sendo pior. Parece que aquele era seu ponto fraco e havia despertado o pouco que restava adormecido. Ela revirou os olhos, trincou os dentes e se afastou de mim. Ficou de joelhos entre as minhas pernas e arrancou minha calça e logo em seguida minha calcinha.

- Agora a brincadeira começa – disse ela com uma cara encapetada, rindo, se jogando de boca para chupar.

Eu não sei o que ela tinha, mas chupava com um gosto de como se eu fosse a última mulher que ela iria pegar, dava tesão só de vê-la se deleitando. Ao que parecia, da parte dela também era o mesmo, era parecia ficar cada vez mais excitada só de me ver gemendo e fazendo caras e bocas. Ela me penetrava com a língua e sugava todo meu gozo com uma sede extrema. Me empolgando com a situação fui me levantando aos poucos e empurrando-a fazendo se levantar. Quando ela ficou de joelhos na minha frente eu comecei a beijá-la, para conseguir desabotoar suas calças e descer o zíper. Não cheguei nem a abaixá-las, fui pondo a mão dentro da calça e, respectivamente, da calcinha. Quando cheguei na extremidade já dava pra sentir o calor e o úmido, enfiei meu dedo nela e comprovei que estava ensopada, deslizando deliciosamente. Fui tomando controle da situação e fui invertendo as posições, quem estava por baixo agora era ela e eu a tocava veementemente com vontade. Aqueles minutos em que ela me possuiu foram torturantes, pois eu nada pude fazer com ela, mas agora, ela era toda minha.
Com uma mão eu a tocava, entrava e saia, deslizando pela fenda completamente molhada de tesão, enquanto a outra mão servia para desatacar o ainda relutante sutiã que cobria seus seios. Quando os vi livre, finalmente, não tive dúvida, cai de boca e comecei a chupá-los e dar beijos molhados. Ela quebrava o pescoço para trás e revirava os olhos, soltando breves arfados de quem estava adorando. Comecei uma velocidade frenética, com muita intensidade no entra e sair, entra e sair. Já pusera 2 dedos e ela pedia “mais forte, mais forte”. Nesse momento eu já havia deitado-a completamente no banco de trás e massageava seus seios, enquanto beijava a barriga e a tocava com vontade, a pedido dela própria “assim, faz gostoso, com vontade”.
A essa altura ela gritava pedindo mais e mais e eu atendia prontamente. Havia me puxado para perto dela, tocando seios com seios e me beijava intensamente, eu podia sentir pelo calor e pela violência que ela estava quase gozando.

- Me avisa? – Pedi
- Han?? O que??
- Me avisa quando tiver gozando?
- Aham, aham – respondia ela gemendo, desesperada para que eu não parasse

Eu chupava seus seios, com os biquinhos totalmente duros, deliciosos e ela apalpava meu bumbum, fincava as unhas neles, deslizava pela minha cintura e, quando conseguia, chupava os meus seios com água na boca.

- Vou gozar, vou gozaaaar – disse ela, gemendo alto

Desci rapidamente e comecei a chupá-la com gosto e vontade de quem está morrendo de sede.

- Ah! Arh! Aaaarrh! Huuummmm! AAAArrrrhhh!

Gemeu ela bem alto e escandalosamente. Neste momento diminui o ritmo e fui lambendo toda a extensão com a língua inteira, passando a pontinha pelo clitóris. Ela agora gemia baixinho, mordendo os lábios com os olhos cerrados me acariciando o rosto e os cabelos.

- Deliciosa você – disse ela com os olhos meio abertos, ainda mordendo os lábios
- Isso porque você não provou o seu gostinho – retruquei
- hahahaha – riu ela, meio exausta

Ficamos ali alguns minutos até que ofereci pra ela entrar, mas ela acabou pedindo para que eu a levasse para casa. Pulamos para os bancos da frente e fui leva-la em casa. Quando ela desceu me falou:

- Agora eu sei onde você mora e você, onde eu moro, precisa de mais alguma coisa?
- Sim, o telefone da gatinha hahahaha
- hahahaha – riu ela – A gente tem coisa melhor que telefone, mais tarde eu entro no twitter e a gente se fala, ok?
- Ok então

Ela se debruçou sobre o banco, me deu um selinho e fechou a porta. Esperei que ela entrasse no prédio e peguei a rua em direção à minha casa, já pensando em quando iríamos nos encontrar novamente.


Lívia Otero - 01/2011

1 comentários:

LOIRINHA KSADA... disse...

Querida trago um presentinho especial pra ti , está lá na minha casa com todo carinho..bjs bjs bjs http://loirinhaksada.blogspot.com/2011/06/selo-100000-da-casa-da-loirinha.html