sexta-feira, 15 de julho de 2011

O Encontro

Era a primeira vez que nos veríamos pessoalmente, depois de mais de um ano que nos conhecíamos. Ela mal tinha 15 anos quando nos envolvemos e já me deixava louca de tesão por ela. Eu ainda pensava nas primeiras vezes que rolou algo entre nós e como ela sempre mexeu comigo desde o primeiro momento. E hoje não seria diferente. Ela viria com os pais, o que seria extremamente complicado, burlá-los, afastá-los... Confesso que excitante também. Esse lance de perigo, arriscadando sermos descobertas é legal.
Cheguei no aeroporto em cima da hora, acabei me atrasando, fazendo hora pra me arrumar. Como era tarde da noite fomos direto pra casa. Meus pais haviam feito um típico jantar da nossa região. Os três dormiram no meu quarto e eu dormi no quarto do meu irmão. Mal consegui fechar os olhos pensando que ela finalmente estava a metros de distância de mim e eu não podia fazer nada. Ficamos trocando mensagem até altas horas, até que uma de nós adormeceu.
No outro dia tomamos café bem cedo e eu levei os 3 para conhecer a cidade. Como era dia de semana meus pais ainda trabalhavam e meu irmão saiu com os amigos. Fizemos um tour pelos pontos históricos e almoçamos no centro da cidade pra continuarmos o passeio por lá mesmo. Foi tudo meio corrido, ainda estavam muito cansados da viagem e resolvemos voltar pra casa ainda claro.
Já era tardinha e eu estava tentando fazer com que os pais dela saíssem de casa, mas sem menos esperar a mãe falou:

- Ow filha, vamos ali na praia caminhar um pouco, você quer ir ou prefere ficar ai?

Há, até parece que ela ia querer ir andar na praia e respondeu:

- Não mãe, tô meio sem ânimo, acho que vou tirar um cochilo, acho que vou ficar por aqui mesmo
- Bom, então ta, eu e seu pai voltamos já, qualquer coisa me liga no cel
- Ok!

E assim os pais dela saíram porta afora. Eu estava muito bem sentada no computador quando ela entrou de mansinho, me cercando, andando de um lado para o outro por trás de mim e eu inocentemente olhando pra tela, mas percebendo o movimento. Ela se abaixou vagarosamente e deitou seu queixo no meu ombro:

- Que que cê ta fazendo? – Indagou
- Nada ué, escutando música e vendo twitter, o de sempre
- Hum
- Porq ...

Eu havia me virado um pouco de relance e ela havia me atacado com um beijo de supetão. Virou a cadeira e sentou no meu colo com as pernas abertas em minha direção. Eu a segurava pelas coxas enquanto ela pressionava meus lábios contra os dela. Me levantei com ela no colo e a joguei na cama. Parei um instante para admirá-la, adorava quando ela tinha esses ataques de tesão e se rebelava toda safadinha pra mim. Fui deslizando por cima dela e puxando sua blusa com os dentes dando selinhos de leve por toda aquela barriguinha deliciosa. Enquanto a beijava fui descendo seu short e a calcinha juntos vagarosamente pra deixa-la agitada e sedenta pela minha língua. Quando ela estava completamente nua eu me levantei e fiquei de pé na beira da cama. Ela estava um pouco afastada da beirada, então a puxei pelos tornozelos, afastei as pernas e cai de boca, língua e o que mais permitisse. Fui bem fundo e senti ela gemer alto.

- Shiiiiu, assim vai chamar a atenção dos vizinhos! – Me aproximei do rosto e falei bem rápido, voltando lá pra baixo logo sem seguida
- Mas é que ... Eeerr ... Hmmm

Eu a penetrava com minha língua e sugava todo o seu mel. Era tão saborosa que me fazia salivar mais que o normal e babava toda a extensão. Eu sentia o calor queimar meus lábios, estava tão quente que me deixava com mais tesão que eu já estava, quando comecei a sentir molhar minha calcinha. Ela então começou a se levantar e me afastou.

- Minha vez – disse ela – Também quero me divertir – levantando bruscamente e me puxando para deitar onde ela estava.

Ela me deitou na cama e tirou minha roupa apressada, parecia sedenta. Deitou por sobre mim, inicialmente encostando seus seios nus nos meus e me beijando delicadamente com a ponta dos lábios enquanto segurava meus braços esticados ao alto. Ela foi deslizando pela minha boca, pescoço, colo, seios, onde parou brevemente para apreciá-los e dar beijos suaves e calorosos e chupar os biquinhos, extremamente duros. Enquanto ela descia pela minha barriga me olhava de baixo como se pedisse aprovação. Ela agora esticava os braços e apalpava meus seios, apertava com uma vontade, um desejo de quem esperou tempos para isso. Quando passou pela virilha enfiou com vontade sua língua em mim e eu senti um choque térmico, dando que sua língua estava mais quente que eu mesma. Me contorci e mordi os lábios do “susto”. A língua dela era coisa do outro mundo, muito melhor do que eu esperava e podia se quer ter imaginado durante os meses que nos provocávamos. E os lábios, ela dava beijos molhados e macios na minha buceta e parecia fazer isso com gosto.
Demorou pouco para que ela quisesse testar algo novo e prontamente se levantou e deitou por sobre mim, tocando seios nos seios. Ela foi deslizando os dedos pela minha cintura e de supetão me penetrou forte e intensamente. Me segurei pra não gritar e franzi a testa, mordendo meus lábios ao mesmo tempo. Ela deu um sorriso safado, como quem tinha adorado estar no poder. Ela sentiu o quanto eu estava molhada e começou a brincar com 1.. 2 dedinhos. Ela penetrava os 2 e pressionava meu clitóris com o dedão. Estava tão gostoso que eu precisei morder o travesseiro para não gritar ou gemer alto de mais. Ela me tocava tão intensa e delicadamente ao mesmo tempo. Eu podia sentir o calor subindo pelas minhas pernas, completamente bambas à essa altura. Eu revirava os olhos e ela me roubava beijos molhados. O hálito dela era doce, gostoso, me dava boas sensações, me fazia sentir segura.
Nesse momento ela tirou os dedos de mim e os levou a boca. Foi quase como um despertar pra mim. Me levantei impulsionada e pulei em cima dela, prendendo seus braços. Levei ela até a lateral da cama e a encostei na parede. Primeiro desci e dei mais algumas lambidinhas e breves beijos pra sentir ela suspirando. Sentei por sobre as pernas dela e a encostei em mim, roçando nossas amigas. Eu a segurei pela cintura e comecei a rebolar em cima dela. Eu a via se contorcendo, cerrando os olhos, com força e mordendo os lábios. Vez por outra abria a boca ofegante e gemia pra mim. Ela chamava meu nome, me levando a loucura. Comecei a perceber que sua respiração estava mais rápida e ela estava dando breves gemidos, querendo me indicar que estava chegando lá. Eu aumentei o ritmo e passei a morder e beijar aquele pescoço alvinho que foi meu desejo por inúmeras noites. Ela cravou as unhas nas minhas costas e eu que essa a hora, eu também estava quase lá, morrendo de tesão de vê-la daquele jeito. Eu senti ela estremecer e fui com ela, acompanhei seu ritmo. Gozamos juntas e eu a senti amolecer nos meus braços e olhar serenamente pra mim.
Eu sorri de canto de boca e falei:

- Oi

Ela, com uma cara fraca, deu uma risada fraquinha e respondeu
- Oi
- Linda você, sabia? – retruquei

Ela apenas riu e foi deitando de barriga pra cima na minha cama. Eu me deitei ao seu lado, de lado, apoiada no cotovelo, pra poder admirá-la. Via sua linda barriguinha ofegante, respiração rápida e curta, mas serena.

- Durma um pouco – eu disse
- Han? Ah, aham, não ... Vai ficar ... Chateada? – falou ela sonolenta
- Não, de jeito nenhum, descanse, eu tenho umas coisas pra terminar
- Umhum – disse ela se virando
- Errr, só mais uma coisa – lembrei-a
- Oi?
- É bom você se vestir, ou seus pais e ou quem mais chegar vai achar estranho encontrar você nua na minha cama hahaha
- Ah, sim, verdade kkkkkkk

Ela se vestiu e deitou novamente pra embriagar minha roupa de cama com aquele cheirinho delicioso que exalava. E eu, bem, eu fui escrever.


Lívia Otero - 2011

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