quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Deleite do Desejo

Tenho pensado, de tudo um pouco. Um pouco de mim, um pouco de você. Um pouco em mim, um pouco em você. Pra falar a verdade, tenho pensando um pouco de mim com um pouco de você. Ou seria um tanto de mim COM você? Sei que o teto passou a ser meu companheiro de delírios noturnos com pensamentos bobos e longes. Não sei bem onde parar, não sei se vou parar, não sei se quero parar. A verdade é quero, quero parar nos seus pensamentos. Passar as noites inebriando seus sonhos, seus deleitos, seus desejos, seus mais profundos sentidos. Não sei mais distinguir se é certo, errado, se devo ou não... Apenas sei que posso. Ah sim, isso eu posso.






Lívia Otero - 23.11.2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

I need a heart ♥


Espero que gostem :]

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O Encontro

Era a primeira vez que nos veríamos pessoalmente, depois de mais de um ano que nos conhecíamos. Ela mal tinha 15 anos quando nos envolvemos e já me deixava louca de tesão por ela. Eu ainda pensava nas primeiras vezes que rolou algo entre nós e como ela sempre mexeu comigo desde o primeiro momento. E hoje não seria diferente. Ela viria com os pais, o que seria extremamente complicado, burlá-los, afastá-los... Confesso que excitante também. Esse lance de perigo, arriscadando sermos descobertas é legal.
Cheguei no aeroporto em cima da hora, acabei me atrasando, fazendo hora pra me arrumar. Como era tarde da noite fomos direto pra casa. Meus pais haviam feito um típico jantar da nossa região. Os três dormiram no meu quarto e eu dormi no quarto do meu irmão. Mal consegui fechar os olhos pensando que ela finalmente estava a metros de distância de mim e eu não podia fazer nada. Ficamos trocando mensagem até altas horas, até que uma de nós adormeceu.
No outro dia tomamos café bem cedo e eu levei os 3 para conhecer a cidade. Como era dia de semana meus pais ainda trabalhavam e meu irmão saiu com os amigos. Fizemos um tour pelos pontos históricos e almoçamos no centro da cidade pra continuarmos o passeio por lá mesmo. Foi tudo meio corrido, ainda estavam muito cansados da viagem e resolvemos voltar pra casa ainda claro.
Já era tardinha e eu estava tentando fazer com que os pais dela saíssem de casa, mas sem menos esperar a mãe falou:

- Ow filha, vamos ali na praia caminhar um pouco, você quer ir ou prefere ficar ai?

Há, até parece que ela ia querer ir andar na praia e respondeu:

- Não mãe, tô meio sem ânimo, acho que vou tirar um cochilo, acho que vou ficar por aqui mesmo
- Bom, então ta, eu e seu pai voltamos já, qualquer coisa me liga no cel
- Ok!

E assim os pais dela saíram porta afora. Eu estava muito bem sentada no computador quando ela entrou de mansinho, me cercando, andando de um lado para o outro por trás de mim e eu inocentemente olhando pra tela, mas percebendo o movimento. Ela se abaixou vagarosamente e deitou seu queixo no meu ombro:

- Que que cê ta fazendo? – Indagou
- Nada ué, escutando música e vendo twitter, o de sempre
- Hum
- Porq ...

Eu havia me virado um pouco de relance e ela havia me atacado com um beijo de supetão. Virou a cadeira e sentou no meu colo com as pernas abertas em minha direção. Eu a segurava pelas coxas enquanto ela pressionava meus lábios contra os dela. Me levantei com ela no colo e a joguei na cama. Parei um instante para admirá-la, adorava quando ela tinha esses ataques de tesão e se rebelava toda safadinha pra mim. Fui deslizando por cima dela e puxando sua blusa com os dentes dando selinhos de leve por toda aquela barriguinha deliciosa. Enquanto a beijava fui descendo seu short e a calcinha juntos vagarosamente pra deixa-la agitada e sedenta pela minha língua. Quando ela estava completamente nua eu me levantei e fiquei de pé na beira da cama. Ela estava um pouco afastada da beirada, então a puxei pelos tornozelos, afastei as pernas e cai de boca, língua e o que mais permitisse. Fui bem fundo e senti ela gemer alto.

- Shiiiiu, assim vai chamar a atenção dos vizinhos! – Me aproximei do rosto e falei bem rápido, voltando lá pra baixo logo sem seguida
- Mas é que ... Eeerr ... Hmmm

Eu a penetrava com minha língua e sugava todo o seu mel. Era tão saborosa que me fazia salivar mais que o normal e babava toda a extensão. Eu sentia o calor queimar meus lábios, estava tão quente que me deixava com mais tesão que eu já estava, quando comecei a sentir molhar minha calcinha. Ela então começou a se levantar e me afastou.

- Minha vez – disse ela – Também quero me divertir – levantando bruscamente e me puxando para deitar onde ela estava.

Ela me deitou na cama e tirou minha roupa apressada, parecia sedenta. Deitou por sobre mim, inicialmente encostando seus seios nus nos meus e me beijando delicadamente com a ponta dos lábios enquanto segurava meus braços esticados ao alto. Ela foi deslizando pela minha boca, pescoço, colo, seios, onde parou brevemente para apreciá-los e dar beijos suaves e calorosos e chupar os biquinhos, extremamente duros. Enquanto ela descia pela minha barriga me olhava de baixo como se pedisse aprovação. Ela agora esticava os braços e apalpava meus seios, apertava com uma vontade, um desejo de quem esperou tempos para isso. Quando passou pela virilha enfiou com vontade sua língua em mim e eu senti um choque térmico, dando que sua língua estava mais quente que eu mesma. Me contorci e mordi os lábios do “susto”. A língua dela era coisa do outro mundo, muito melhor do que eu esperava e podia se quer ter imaginado durante os meses que nos provocávamos. E os lábios, ela dava beijos molhados e macios na minha buceta e parecia fazer isso com gosto.
Demorou pouco para que ela quisesse testar algo novo e prontamente se levantou e deitou por sobre mim, tocando seios nos seios. Ela foi deslizando os dedos pela minha cintura e de supetão me penetrou forte e intensamente. Me segurei pra não gritar e franzi a testa, mordendo meus lábios ao mesmo tempo. Ela deu um sorriso safado, como quem tinha adorado estar no poder. Ela sentiu o quanto eu estava molhada e começou a brincar com 1.. 2 dedinhos. Ela penetrava os 2 e pressionava meu clitóris com o dedão. Estava tão gostoso que eu precisei morder o travesseiro para não gritar ou gemer alto de mais. Ela me tocava tão intensa e delicadamente ao mesmo tempo. Eu podia sentir o calor subindo pelas minhas pernas, completamente bambas à essa altura. Eu revirava os olhos e ela me roubava beijos molhados. O hálito dela era doce, gostoso, me dava boas sensações, me fazia sentir segura.
Nesse momento ela tirou os dedos de mim e os levou a boca. Foi quase como um despertar pra mim. Me levantei impulsionada e pulei em cima dela, prendendo seus braços. Levei ela até a lateral da cama e a encostei na parede. Primeiro desci e dei mais algumas lambidinhas e breves beijos pra sentir ela suspirando. Sentei por sobre as pernas dela e a encostei em mim, roçando nossas amigas. Eu a segurei pela cintura e comecei a rebolar em cima dela. Eu a via se contorcendo, cerrando os olhos, com força e mordendo os lábios. Vez por outra abria a boca ofegante e gemia pra mim. Ela chamava meu nome, me levando a loucura. Comecei a perceber que sua respiração estava mais rápida e ela estava dando breves gemidos, querendo me indicar que estava chegando lá. Eu aumentei o ritmo e passei a morder e beijar aquele pescoço alvinho que foi meu desejo por inúmeras noites. Ela cravou as unhas nas minhas costas e eu que essa a hora, eu também estava quase lá, morrendo de tesão de vê-la daquele jeito. Eu senti ela estremecer e fui com ela, acompanhei seu ritmo. Gozamos juntas e eu a senti amolecer nos meus braços e olhar serenamente pra mim.
Eu sorri de canto de boca e falei:

- Oi

Ela, com uma cara fraca, deu uma risada fraquinha e respondeu
- Oi
- Linda você, sabia? – retruquei

Ela apenas riu e foi deitando de barriga pra cima na minha cama. Eu me deitei ao seu lado, de lado, apoiada no cotovelo, pra poder admirá-la. Via sua linda barriguinha ofegante, respiração rápida e curta, mas serena.

- Durma um pouco – eu disse
- Han? Ah, aham, não ... Vai ficar ... Chateada? – falou ela sonolenta
- Não, de jeito nenhum, descanse, eu tenho umas coisas pra terminar
- Umhum – disse ela se virando
- Errr, só mais uma coisa – lembrei-a
- Oi?
- É bom você se vestir, ou seus pais e ou quem mais chegar vai achar estranho encontrar você nua na minha cama hahaha
- Ah, sim, verdade kkkkkkk

Ela se vestiu e deitou novamente pra embriagar minha roupa de cama com aquele cheirinho delicioso que exalava. E eu, bem, eu fui escrever.


Lívia Otero - 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

I'm los without you

E hoje... Uma coisa diferente, um vídeo. Acho que já tava mais do que na hora deu começar a postar umas coisas diferentes já que minha inspiração tem andando às avessas e tem fugido de mim. Mas vamos lá :]



Pra poupar um tempinho, escolhi uma com a letra, espero que gostem.

sábado, 2 de julho de 2011

Vida que Segue

Quem nunca pensou "eu devo ter sido muito filho(a) da puta em outra vida" ou "eu devo ter jogado chiclete na cruz"? Aposto que muita gente que passa por aqui já deve ter se perguntado isso ao menos uma vez na vida. Eu tenho me perguntado isso nos últimos 22 anos. Eu tô sempre lutando pra ser feliz, pra fazer quem eu amo feliz e toda vez que eu tô naquela vibe de conseguir isso, ou tô extremamente bem e feliz, vem algum infeliz e puxa meu tapete. Pense num olho gordo do capeta que me persegue. Eu nunca posso estar bem, feliz, sempre vai acontecer alguma coisa e meu mundo vai desabar. Daquela velha história "do céu ao inferno" em menos de 1 semana. Essa tem sido minha vida. Seja com realizações profissionais ou pessoais. Seja com a família ou com os amigos ou com relacionamentos.
Ultimamente eu tenho sentido isso com um peso maior, porque mudei, deixei de fazer loucuras, de aprontar (cada um sabe o que faz). Acho que isso era meu cano de escape. Quando me tornei essa pessoa "mais certinha", acabei fechando a minha válvula de pressão e estou surtando.
Quero me cortar, me bater, me jogar na frente de um carro, me machucar, beber e não saber o caminho de casa. Fumar, me tatuar, gritar, tomar banho nua num lago gelado nesse inverno de cortar. Andar em cima de um caminho de brasas, ir num show de rock e gritar, xingar alguém que me irritar, mandar um professor se fuder, quebrar algo grande e caro. Bater o carro, dar um tiro, dar um soco em uma janela ou espelho, chutar algo. Chegar no topo algum lugar bem alto e abrir os braços e sentir a brisa e gritar coisas sem sentido. Prender o fôlego até não aguentar mais, dirigir a mais de 150km/h. Sair sem destino e correr por horas numa estrada vazia. Sair sozinha à noite e "sentir o perigo" disso.
Eu simplesmente preciso... DE ADRENALINA, MUITA!
Eu estou a muito tempo em repouso e pra mim é quase uma sentença de morte, não estou mais me sentindo viva nem com sentido pra viver. É pior coisa que eu senti na minha vida toda. Mas não é culpa sua, nem sua. Jamais vai ser culpa de nenhum de vocês dois. A culpa é só e somente minha. Por me enganar, por me iludir, por pensar que se eu mudar, seria capaz de ser feliz. Ninguém consegue ser feliz sem ser você mesmo, esse é o maior fato de todos e eu acabei aprendendo isso da pior maneira possível. Comigo mesma.

Quem tiver meu celular, ótimo. Quem não tem, só vai conseguir me contatar por e-mail ou aqui, preciso de umas férias de mim.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sex Feira 2 - O Bar

Era uma noite como outra qualquer, eu estava no computador, já havia me despedido de todo mundo, prestes a dormir. Fiz um último comentário no twitter e esperei alguém dar um reply, quando ela apareceu. Ela havia começado a me seguir tinha apenas algumas horas e já soltara uma gracinha dando a entender, muito bem, o motivo pelo qual queria contato comigo. Por alguns minutos conversamos, via twitter mesmo e logo em seguida nos adicionamos no msn. Sabíamos pouco uma da outra, mas ela se parecia muito comigo e logo foi surgindo um clima. Acabamos descobrindo que moravamos a apenas alguns minutos uma da outra, sabendo ela que éramos da mesma cidade. Já era quase 1 da manhã, mesmo assim marcamos em um bar no centro da cidade e em 20min iríamos nos conhecer pessoalmente.  Quando dei por mim já estava pronta dentro do carro indo em direção ao local de encontro. Ao chegar ainda estava meio perdida e desnorteada, achando que poderia ser alguma brincadeira, quando de repente ela se levantou e acenou pra mim com um sorriso largo no rosto:
- Aqui! – acenou ela me chamando para sentar numa mesa ao canto
Fiquei surpresa quando a havistei e fui andando em sua direção, ainda meio sem graça. Nos cumprimentamos com um beijo e um abraço, foi quando ela passou as mãos nas minhas costas de uma maneira maliciosa, como se procurasse fecho de sutiã. Acabei me sentando numa cadeira ao lado e começamos a conversar.
Era uma garota muito interessante, tinha 21 anos e estava de bobeira, sem estudar ou trabalhar, filha única, era a queridinha dos pais. No decorrer da conversa descobrimos que havíamos estudado no mesmo colégio, ela uma série abaixo de mim, mas o acaso fez com que nunca nos encontrássemos. Algumas cervejas e indiretas depois, decidi que era hora de ir embora.

- Ah, mas já? Ta cedo, fica mais um pouco
- Não dá linda, tenho umas coisas fazer em casa
- Ah é? E essas coisas... Incluem companhia?
- De início não, mas seria interessante agora que tocou no assunto
- Isso é um convite?

Dei apenas um riso bobo e malicioso e mostrei a chave do carro. Ela não pensou duas vezes e já foi chamando o garçom, para em seguida pagar a conta apressada. Quando entramos no carro ela foi logo pondo a mão na minha perna e deslizando para cima e para baixo.

- Afobada você hein?
- Não não, apenas excitada
Sim, ela foi bem direta e explícita e eu fiquei meio chocada, ela sabia o que eu queria e vice versa, mas eu nunca esperaria uma reação e uma declaração dessas. Eu mal conseguia dirijir com ela atracada no meu pescoço. Me mordia e acariciava meus seios, estava praticamente em cima de mim.

- Ow, ow, calma, assim não chegamos em casa
- Hahaha, ta bom, mas é que não tô aguentando mesmo esperar chegar na sua casa
- Só mais alguns metros, é virando ali a esquina

Eu estava indo por todos os atalhos que conhecia e correndo desesperadamente para chegar em casa. Mais alguns minutos e chegamos. Abri o portão e assim que o carro estava completamente dentro de casa ela me atacou. Se jogou em cima de mim e sentou no meu colo de frente pra mim e tirou minha blusa me beijando com força.

- Não prefere uma cama não – perguntei
- Não, quero aqui, agora! – falou alto me empurrando pro banco de trás
- Ta com fome baby? – indaguei rindo, querendo atiçá-la mais
- Morrendo! Agora quietinha... – e sentou no meu colo enquanto desabotoava meu sutiã e me beijava forte

Ela parecia sedenta, devia fazer ao menos algumas semanas que não transava com ninguém, porque chegou a me assustar um pouco a vontade e a excitação que ela demonstrava. Me deitou no banco de trás e sentou na minha cintura enquanto tirava sua própria blusa. Prendeu meus braços, como que quisesse mostrar que estava completamente no comando, mas logo soltou um dos para desabotoar minha calça. Foi minha chance pra tentar acalmar a fera. Agarrei o pescoço e acariciei a nuca com meus 4 dedos, mas acabou sendo pior. Parece que aquele era seu ponto fraco e havia despertado o pouco que restava adormecido. Ela revirou os olhos, trincou os dentes e se afastou de mim. Ficou de joelhos entre as minhas pernas e arrancou minha calça e logo em seguida minha calcinha.

- Agora a brincadeira começa – disse ela com uma cara encapetada, rindo, se jogando de boca para chupar.

Eu não sei o que ela tinha, mas chupava com um gosto de como se eu fosse a última mulher que ela iria pegar, dava tesão só de vê-la se deleitando. Ao que parecia, da parte dela também era o mesmo, era parecia ficar cada vez mais excitada só de me ver gemendo e fazendo caras e bocas. Ela me penetrava com a língua e sugava todo meu gozo com uma sede extrema. Me empolgando com a situação fui me levantando aos poucos e empurrando-a fazendo se levantar. Quando ela ficou de joelhos na minha frente eu comecei a beijá-la, para conseguir desabotoar suas calças e descer o zíper. Não cheguei nem a abaixá-las, fui pondo a mão dentro da calça e, respectivamente, da calcinha. Quando cheguei na extremidade já dava pra sentir o calor e o úmido, enfiei meu dedo nela e comprovei que estava ensopada, deslizando deliciosamente. Fui tomando controle da situação e fui invertendo as posições, quem estava por baixo agora era ela e eu a tocava veementemente com vontade. Aqueles minutos em que ela me possuiu foram torturantes, pois eu nada pude fazer com ela, mas agora, ela era toda minha.
Com uma mão eu a tocava, entrava e saia, deslizando pela fenda completamente molhada de tesão, enquanto a outra mão servia para desatacar o ainda relutante sutiã que cobria seus seios. Quando os vi livre, finalmente, não tive dúvida, cai de boca e comecei a chupá-los e dar beijos molhados. Ela quebrava o pescoço para trás e revirava os olhos, soltando breves arfados de quem estava adorando. Comecei uma velocidade frenética, com muita intensidade no entra e sair, entra e sair. Já pusera 2 dedos e ela pedia “mais forte, mais forte”. Nesse momento eu já havia deitado-a completamente no banco de trás e massageava seus seios, enquanto beijava a barriga e a tocava com vontade, a pedido dela própria “assim, faz gostoso, com vontade”.
A essa altura ela gritava pedindo mais e mais e eu atendia prontamente. Havia me puxado para perto dela, tocando seios com seios e me beijava intensamente, eu podia sentir pelo calor e pela violência que ela estava quase gozando.

- Me avisa? – Pedi
- Han?? O que??
- Me avisa quando tiver gozando?
- Aham, aham – respondia ela gemendo, desesperada para que eu não parasse

Eu chupava seus seios, com os biquinhos totalmente duros, deliciosos e ela apalpava meu bumbum, fincava as unhas neles, deslizava pela minha cintura e, quando conseguia, chupava os meus seios com água na boca.

- Vou gozar, vou gozaaaar – disse ela, gemendo alto

Desci rapidamente e comecei a chupá-la com gosto e vontade de quem está morrendo de sede.

- Ah! Arh! Aaaarrh! Huuummmm! AAAArrrrhhh!

Gemeu ela bem alto e escandalosamente. Neste momento diminui o ritmo e fui lambendo toda a extensão com a língua inteira, passando a pontinha pelo clitóris. Ela agora gemia baixinho, mordendo os lábios com os olhos cerrados me acariciando o rosto e os cabelos.

- Deliciosa você – disse ela com os olhos meio abertos, ainda mordendo os lábios
- Isso porque você não provou o seu gostinho – retruquei
- hahahaha – riu ela, meio exausta

Ficamos ali alguns minutos até que ofereci pra ela entrar, mas ela acabou pedindo para que eu a levasse para casa. Pulamos para os bancos da frente e fui leva-la em casa. Quando ela desceu me falou:

- Agora eu sei onde você mora e você, onde eu moro, precisa de mais alguma coisa?
- Sim, o telefone da gatinha hahahaha
- hahahaha – riu ela – A gente tem coisa melhor que telefone, mais tarde eu entro no twitter e a gente se fala, ok?
- Ok então

Ela se debruçou sobre o banco, me deu um selinho e fechou a porta. Esperei que ela entrasse no prédio e peguei a rua em direção à minha casa, já pensando em quando iríamos nos encontrar novamente.


Lívia Otero - 01/2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Mutável

Sinto saudades de você, de mim, de nós... De nós? Que nós? Sempre houve o eu... O você... Mas não o nós. Acho que por isso sinto falta de mim mesma. Eu era outra, eu fui outra, eu me tornei outra. E porque não dizer que eu me sinto outra? A outra. Uma outra pessoa, um outro eu, uma outra Lívia. Mas não a Lívia mesmo, essa não mais reside neste corpo e alma, mutável como ela, não é a mesma. Nunca mais será.




Lívia Otero - 2.5.11

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Lobotomia

As lágrimas descem à minha boca
Mas como saem de meus olhos?
Não as sinto, não as vejo
Se quer percebo sua descida aos meus lábios


Lábios que nunca beijaram quem mais desejam
Quem mais anseiam por um toque
O cheiro, o olhar, o sabor
Da tua boca em minha boca


Me sinto vazia, seca, oca
Como uma árvore sem essência
Como um corpo sem alma


Uma lobotomia psicológica
Acho que no ápce da dor humana
E do coração partido




Lívia Otero - 26.5.11

Imensurável

Carência, desejo, saudade
Desse verde esmeralda
Que agora ha de me evitar
De fugir de mim


Me sinto como quem quer apertar água
Como quem quer mais ar do que os pulmões suportam
Como quem deseja um pincel quem pinte infinitamente
Ou um fôlego que não acabe jamais


Queria, quero, ser mais por vc
Quero engarrafar as gotas
Inspirar para sempre
Pintar o quadro infinito


Te amo mais que à mim
Te amo mais que você mesma
Te amo mais do que posso
Se tornando... Imensurável




Lívia Otero - 26.5.11 - 01:50

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O Amor me condena

Uns e outros me condenam por palavras que hão de sair de minha boca (ou dedos)... Ou até mesmo, atitudes que hei de tomar. Mas só eu sei o que sinto... E o que você sente. E não nos condeno por isso, muito menos à mim. Só eu sei o que é deitar e dormir a noite, não feliz e nem bem, mas um sono tranquilo, por ter feito o que seria o certo e não ter sido egoísta. Eu te amo. E isso basta pra mim. Porquê, por causa disso, eu sempre farei de tudo para te ver feliz. Mesmo já não sabendo mais se in ou felizmente, te amarei para sempre.




Lívia Otero - 2.5.11

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A Razão, o Coração e a Felicidade

As noites estão mais curtas, os dias mais longos, meus sonhos mais embaralhados e sujos, enebliados, quase borrados. Até minha racionalidade está confusa, ela parece que está sem falar com o coração, mas eu não sei porquê. Logo ela que é tão sensata, não faz nada por impulso e sem pensar antes, porquê ha de brigar com o coração, que é tão passional e põe o amor e o carinho pela razão na frente de qualquer outra coisa? Achei que um iria compreender as atitudes do outro, ao que me parece, um só quer o bem alheio e vice versa. E, afinal, os dois sempre trabalharam pela mesma coisa, aquela menina sapeca que vive a brincar por ai e é só sorrisos com os dois. Ela é o motivo da harmonia entre o casal, é a filha do casal, na verdade. Uma tal de... Felicidade. Eu queria conseguir entender como pais tão zelosos e preocupados, acabam por não se entender e fazer a coitadinha fugir do lar. É de comum acordo que criar uma adolescente como a Felicidade é difícil, mas tenho certeza que os dois fazem o possível, sempre se moldando e aceitando decisões um do outro. A Felicidade é arredia, teimosa e não aceita nada fácil, difícil de agradar, sem falar que ao menor desentendimento, foge do lar. Apesar de ser novinha, ela é decidida e sabe o que quer, o que precisa pra crescer. Se veste e come o que bem entende e se é contrariada, vai embora. Deve haver um acordo dos pais, para que ela se sinta segura e em casa fique, não para sempre, uma hora ela acha seu rumo, mas ao menos por um tempo, suficiente para manter uma harmonia.


Lívia Otero - 2.5.2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dia do Beijo

Beijo molhado
Beijo doce
Beijo salgado
Beija logo! E acabousse


Acabousse? Não!
Beijo amado
Beijo de amante
Beijo dançante


Beijo roubado
Beijo escondido
Beijo safado
Beijo contido


Oras, mas quantos beijos existem?
Seria preciso contar
Mas ai levava tempo por demais
Prefiro é esquecer disso e ficar a beijar


Beijo é bom de todo jeito
Melhor ainda quando é roubado
E tem coisa melhor
Quando é do amado?


Nesse dia do beijo faça o melhor
Beije!
Faça isso e se deleite!
Pegue quem você ama e role na cama


Feliz dia do Beijo à todos e à todas =]




Lívia Otero - 13.4.11

quarta-feira, 23 de março de 2011

Dear Bobbie

Me destes tantas alegrias
Tantos prazeres, tanta inspiração
Sequestraria a Lua
Mesmo que nunca tivesse teu coração


Eu seria a maior das mentirosas
Se dissesse que virou tudo pó
Não acredito em desamores
Muito menos que possa viver só


Aprendi a te amar
Como você quer, como permiti
Não como quero, não como faço


Como falei, desamor não existe
E te amarei enquanto viver
E mais, até depois de morrer




Lívia Otero - 20.3.11

domingo, 20 de março de 2011

Pretérito Imperfeito

É por você que choro à noite
Choro calado, choro seco, choro... Chorado
Aquele que me conforta, que alivia
Que me permite caretas à mim mesma


Logo eu, que tantas alegrias te dei
Que tantos amores neguei
Por você, que tanto amei
Abri mão de mim mesma


Sentimento abafado, imaculado
Perdido, causado
Como ninguém que te amou


Mentira! Mentira! E mais mentira!
Mas o que?
O pretérito perfeito




Lívia Otero - 20.3.11

quinta-feira, 17 de março de 2011

O Cheiro

Preferes fechar os olhos e se ausentar
Diantes dos problemas, você finge escutar
Não se importa, nem se quer se preocupa
Segue a vida sem pensar


Não se asemelha à nenhuma outra
Foi meu mundo, meu tudo
Preferiu negar, deixar pra lá
E decepciona, não alcança


Queria poder mudar
Não à mim, mas você
E sem querer, fui deixar


Às vezes, não, muitas vezes pensei... Ainda penso
Passo horas acordada
Com aquele cheiro, que me incomodava




Lívia Otero - 17.3.11

quinta-feira, 10 de março de 2011

Dispostos que Distraem

Ha o um e ha o outro
Ambos fortes e intensos
O um é eterno, como o tempo
O outro é momentâneo, como o respirar


O um é divino, como o prazer
O outro também é como o prazer
Mas não é divino


Ora, mas são os mesmo?
Não, jamais serão
Jamais se igualarão


Podem ser sentidos em uma única pessoa
E até mesmo por uma única pessoa
A diferença é que o outro é passageiro
Já o um, é piloto 


Desejamos sempre o um
Mas o outro é mais fácil de conseguir
Ou achamos ser mais fácil


São verdadeiros, não deixam de existir
Se completam, se aceleram
E como diria o poeta
"Não haveria luz se não, fosse a escuridão"




Lívia Otero 10.3.11 00:40

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Calçada

As minhas se misturam com as alheias
Deslizam rosto abaixo, com cheiro de cloro
Eu tentei, eu amei
Mas errei, não consegui, falhei


Nunca fui só palavras
Atitudes faziam parte do nosso mundo
Mesmo que mais da minha parte
Sendo suas as reações minimalistas


Por medo? Receio?
Não, pelo contrário
Por amor, por respeito


Eu tinha pressa, eu tinha fome
Ainda tenho, mas agora tenho paciência
Te espero na calçada, na sua calçada




Lívia Otero - 15.2.10

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011


Você me deixa melhor, você me faz querer ser melhor e eu não quero mais ninguém a não ser você. Quero te fazer sorrir, suspirar, te fazer sonhar. Quero cuidar de você, te proteger, estar ao seu lado nos melhores momentos e nos piores também, te levantar se você cair e enxugar suas lágrimas se você chorar. " Quero te dar o mundo, tudo o que eu puder. Com você do meu lado topo o que vier. Pra te fazer feliz, faço o que você quiser. Te amo e vou te amar, quantas vidas eu tiver! ♪ " ♥








Amanda Lima - 6.2.11

domingo, 30 de janeiro de 2011

A Última

Como posso sentir falta daquilo que nunca toquei?
Como posso querer um abraço daquela que nunca abracei?
Como posso sentir falta do cheiro q nunca senti
E do calor que nunca me acalentou?


Como posso não te querer mais e mais a cada minuto?
Se me conquistas e me cativas com tua doce alma
É como se eu soubesse quem és fisicamente
Conhecendo apenas tua personalidade e teus desejos


O carinho por uma tela é tão grande quanto se fosse tateável
A distância em km não é mensurável se pegarmos o afeto
E meu amor por ti ultrapassa qualquer obstáculo


Quero você do meu lado amanhã, hoje, agora, para sempre
Não páro de pensar na possibilidade, muito menos que pode ser...
Realidade? Sim!


"Enquanto houver sol, enquanto houver sol, ainda haverá..."




Lívia Otero 30.1.11 - 00:30




ps.: coisa mais gay e pornográfica meu blog, 24 seguidores e post nº 69 \o/

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Não é um Adeus

Por você, eu largaria minha vida, eu te faria feliz, eu te daria a minha
Eu esqueceria de tudo pra trás, começaria do zero, só pra estar com você
Por você, eu abriria mão de tudo que conquistei, de tudo que um dia desejei
Eu faria loucuras que ninguém mais seria capaz, pra ter o teu carinho, o teu amor


Por você, eu faria serenata no meio da Paulista, pintaria um eu te amo no asfalto e seria presa por isso
Eu não sentiria fome, sede, sono ou medo, viveria de amor com você sob o mesmo teto
Por você, eu abriria mão da minha felicidade, te daria o céu e ficaria com a saudade
Eu enfrentaria o mundo, te daria um pouco de tudo, te faria um ser único


Eu achei que seria pra sempre, sou até otimista nesse ponto, otimista demais até. Ou seria sonhadora? Costumo passar mais tempo nas nuvens do que aqui neste mundo terreno, nas nuvens do seu avatar, com o sol ao fundo. O pra sempre não existe, o ontem era o que eu mais queria apagar da minha vida e o amanhã era com você que eu queria estar. Sempre disse que não me arrependo de nada, apenas do que não fiz, mas mudaria meu final de semana inteiro, se isso te trouxesse de volta, se eu pudesse ser sua por mais algum tempo e principalmente, se eu soubesse que uma batida de asa de borboleta fosse desencadear tudo isso teria ido tomar aquele caldinho... O número ímpar é meu maior desejo no momento, mas não a unidade. Queria poder ter sido mais racional, mas sou humana e sofro as consequências disso. "Me vejo errando, isso não é pecado, exceto quando faz outra pessoa sangrar, me vejo sonhando e isso da medo, perdida num mundo que dá pra entrar". Acho que não existe melhor música. Você fazia planos para o futuro, mas esse futuro era pra unidades separadas e eu não estava inclusa, nem estarei, talvez nunca esteja, infelizmente.


Eu te garanto que ninguém vai te amar como eu te amei, como eu te queria, como eu te desejei, como eu gostei de você. Fostes meu motivo de alegria, minha respiração, minha transpiração e inspiração, meu amor, meu coração, minha alma e até minha vida.


Eu te amo.




Lívia Otero 17.1.11

sábado, 15 de janeiro de 2011

4ever

Eu queria sentir o úmido, poder ver teus olhos lacrimejando, teu sorriso, tua... Alma. Estar ao teu lado mais do que nunca, te abraçar, sentir o cheiro da tua nuca suada, dos cabelos molhados, do hálito que me deixa sedenta sem ao menos conhecê-lo. Já passei dias, noites, tardes infinitas a te imaginar aqui comigo, foram tantas que mal me lembro. Sabe o que me recordo? Todas as coisas que me disseste, baixinho, no meu ouvido, me incitando ao amor, a paixão, ao... Tesão. A imediatista és tu, mas eu queria o imediato, o agora, o hoje, o pra sempre. Contigo. ♥




Lívia Otero

Trampolim

Você não sofre porque não sente o que eu sinto 
Há um iceberg em você que eu tenho que derreter 
Que tipo de piscina terá embaixo desse trampolim? 
Que pulo que eu vou ter que dar pra não me ferir? 

Porque acordar sem você é ficar cego no amanhecer 
É assistir o fim do mundo, depois escurecer 
E eu no meio disso tudo sem saber 
Que já estamos no início do que vamos ser 

Hoje eu não acordei 
Hoje eu não vou dormir 
Hoje eu nunca te dei 
Hoje eu quero partir





Paulinho Moska

domingo, 9 de janeiro de 2011

Lágrimas de Chuva

As gotas da alma
Do coração
Da saudade
Da tristeza


Se confudem com água
Enxarca os olhos
Faz a garganta falar
Sem exalar som algum


Um choro quieto, calado
Mudo, puro, silenciado
O olhos vermelhos no espelho


Olho pra mim, enxergor você
O que fiz? O que quiz?
Se o tempo parasse eu mudaria






Lívia Otero - 9/1/11

domingo, 2 de janeiro de 2011

Feliz 2011

Me peguei olhando os Trendin Topics e vi a tag "#em2010eu". Comecei então a escrever, algo que me resumisse e coubesse em 140 caracteres. O problema é que não consigo me conter aos 140, pe muito pouco, deixa vago, deixa falho, faltando algo. Começou mais ou menos assim:  #em2010eu me tornei mais eu, vivi mais que toda minha vida e quis morrer 2 ou mais vezes. Essas outras vezes vagas, pois não me recordo os motivos. O que importa é que quis viver mais, como no dia 9 de junho, 14 de junho, 6 de agosto, 10 de agosto, 17 de agosto, 17~18 de setembro, 4 de outubro, 30 de outubro, 2 de novembro e por assim iremos... Mas #em2010eu também quis matar, como no dia 17 de novembro. Me pego pensando nesses dias. Tantos, mas tão poucos. Dias pequenos, curtos, longos, para seus acontecimentos. #em2010eu retomei amizades, eu fiz amizades, eu perdi amizades. #em2010eu me conheci, eu conheci os outros. Me desconheci e desconheci os outros. #em2010eu quis que alguns dias apenas passassem, sem que eu lembrasse o porque deles ou soubesse ao menos o que tinha no mesmo.


14/12/10 19:43


Hoje, 2011 eu digo:
Quero calma, serenidade, paciência, quero ser mais egocêntrica, porque eu mereço pensar em mim. Achei que tinha começado bem, mas fudi tudo no primeiro dia. Só quer consertar e fazer tudo dar certo. Quero mudar, quero um pouco de felicidade, porque eu mereço². Quero menos compromissos, não pensar no amanhã, curtir o hoje. Quero que os dias não percam o sentido, que as noites tenham significados e minha vida tenha uma razão. Razão que ta perdida.


Bom, é isso. Bom, ótimo, perfeito ano pra voces. Muita saúde, paz, compreensão e sabedoria. Não esquecendo dinheiro. Amor? Se virem haha Eu não pedi, vou bem desejar? =p Beijos à todos e Feliz Ano Novo.


02/01/11 14:26




Lívia Otero